Manutenção e monitoramento da qualidade do ar
Estudos demonstram que as pessoas que trabalham em ambientes cuja qualidade do ar é controlada, apresentam maior nível de produtividade e um baixo índice de absenteísmo quando comparadas as que trabalham em ambientes que não possuem controle da qualidade do ar.
Os pesquisadores William J. Fisk e Arthur H. Rosenfeld, do Lawrence Berkeley National Laboratory da Califórnia, USA, descobriram que os benefícios de melhorar as condições climáticas dos escritórios podem ser de 8 a 17 vezes maiores que os custos dessas melhorias. A relação custo-benefício que envolve a adequada qualidade do ar interior em ambientes de trabalho climatizados transforma os gastos em manutenção corretiva e preventiva do sistema, bem como seu monitoramento em relevante investimento produtivo. Empresas americanas observaram que, mais que adequar-se à legislação, levar a sério a qualidade do ar interior agrega muito valor à política de recursos humanos, tornando-a acentuadamente profícua quando se observa que os ganhos de produtividade podem variar de 1,5% a atordoantes 16%. A Agência de Proteção Ambiental Americana (EPA) classificou a qualidade do ar interior como um dos cinco piores riscos ambientais à saúde humana do nosso século.